segunda-feira, 15 de junho de 2009

Dos meus planos.

Estou plenamente disforme

Meus planos foram explodidos

Aliás, que plano, que nada

Sou poucos montes e vales imensos

Uma superfície inata e dilacerada

Superficialmente sem razão

Social, numérica ou conceitual

Sem preceitos ou precedentes

Intenso, intencional ou casual, quem sabe?

Parece que a cada traço fica mais complicado

A cada minuto mais embrutecido

Endurecido, Rígido, Convalescendo com as emoções

Em outros os tufões me lançam de maneira

A não sobrar uma mínima parte inalterada

Talvez seja o peso das primaveras...

Trazendo os conflitos intermináveis da criança sonhadora

com o adúltero sem plano, horizonte ou direção.

5 comentários:

Amanda disse...

Gostei muito disso! Muito mesmo!
Abraços.

Márcia(clarinha) disse...

as primaveras não pesam, apenas viram invernos onde os traços seguem direto para o aconchego d'alma...

lindo dia
beijos

a primeira estrela disse...

muito bom,só que eu acho que os planos independente de você ser uma criança sonhadora ou não irão nos seguir para todo sempre,ele sempre será necessário,nem que seja para fazer a coisa mais tola de todas as coisas,por tanto o plano às vezes não é somente um fardo e sim uma ameaça rsrsrs,beijos de buenas noches :*

Pequena Poetiza disse...

planos
vivo a palanejar e não executar
"intenso, intencional e casual"? td isso me coube pq ora somos um ou outro
ora conseguimos até ser os 3 ao mesmo tempo
pelo menos assim em serviu
e quanto mais intensidade buscamos mais intesionais devemos ser
mas o casual tb traz intensidade... só que sem planos e sem regras
planos?
se couber os faça
mas não nos prendamos por eles
jamais

beijos

Feitio'zinho disse...

Gostei!

Boa Semana