sexta-feira, 31 de julho de 2009

Verbo Viver no infinitivo

E de que adianta tantas opiniões, conselhos, dicas

Se no fim, cada caminho te joga onde quer,

Ás vezes, me acho poderoso, ao dar uma opinião

Que, pra mim, fundamental, pode mudar uma vida

E no instante seguinte já não vale mais de nada

Somos convidados a escolher a cada instante

E mesmo escolhas já feitas, rotas traçadas, amarradas...

precisamos reafirmar constantemente, dia sim x dia sim

Ás vezes a vontade é de ficar quieto, intocável

Sentar, pegar minha pipoca e guaraná, ligar a TV

E vigiar esse bando de gente que tem feito tanta coisa

Certo que..., tanta coisa fútil, na maior parte do tempo,

Mas que exercem o verbo viver da forma que mais lhe convém.

6 comentários:

Vanessa. disse...

Escolha. Faça. Viva.

Simples assim?

Beijo
:*

Ludmila Roumillac disse...

"Eu prefiro ser essa metamorfose ambulate, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo..."

Tendo opiniões formadas ou não, pq não mudá-las? Cada vez mais que vivemos, aprendemos que a vida nos mostra a cada tempo que estamos errados em diversos pontos, a evolução consiste justamente em mudarmos, sempre pra melhor, claro! Pq não?

Um beijoooo

Priscila Rôde disse...

Precisamos viver, não existir apenas. Viver bem é só pra quem estar disposto a correr os riscos que a vida coloca nos nossos braços sem pedir permissão.

Beijos

Fabricante de Sonhos disse...

Nossa!
Perfeito o que escreveu E escreveu de uma maneira divina!
A vida nos mostra como viver... Essa é a verdade... Fazemos planos, opinamos, indicamos... Mas tudo depende do caminho que está na nossa frente.E dos imprevistos... E do imprevisível!

A mágia disso tudo é simplismente se deixar levar pela vida e viver- Verbo no infinitivo!

Ameiiiii!!!!

Um beijinho doce pra vc!

Áires Cássia disse...

Perfeito seu texto...tem dias que me sinto assim...vontade de ficar quieta...no canto...escondidinha....
Beijos e uma ótima semana.

Michele Hubner disse...

As pessoas perdem muito tempo com coisas fúteis e só cabe a nós ficarmos observando, pois às vezes nós mesmos cometemos deslizes que, quando olhamos para traz, dizemos: Foi inútil tudo aquilo.