quarta-feira, 1 de julho de 2009

Na valsa (O quão calmo conseguir)

Espelho, espelho meu, ou seu, ou de quem for:

Em tua grandeza e beleza se habilite a me explicar:

Se existe alguém, outrem, ou que "persona" seja

Que tenha conseguido a "admirável" proeza

Da habilitação para dirigir este louco locomotor?

Eu não, e sigo tranqüilo, seguindo a meu passo

Que se ás vezes acelera, em outras vai na valsa

Ou mais lento até, diria que o quão calmo conseguir

Vou atrás de quem se adianta, tentando no caminho

colher os destroços, das colisões dos cegos a frente

Sem muito sucesso, confesso, pois continuo sendo um

E ainda que imperfeito e errante como os da dianteira

Guardo meus sonhos e não vendo a preço algum...

9 comentários:

Ju Fuzetto disse...

Tem selo pra vc no meu blog!!!!!!!!!

flavia diniz disse...

Esses trechos são seus, Lucas???
São lindosss

Boa tarde!!

;*8

Lucy disse...

Nem eu os meus(sonhos rs)


Beijos...

Joh disse...

Ameiiiiiiiiiii

Guardo os meus sonhos e não vendo a preço algumm!!!

Lindooo

perfeitooOO

Bjaummmmmmmmmmmm s2

Gabriela disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gabriela disse...

Profundo! seguir sempre, perder os sonhos jamais!

Michele Hubner disse...

a questão é uma valsa, ou um tango? qual desse seria o melhor ritmo para a vida?

Laís de Ponte disse...

"Guardo meus sonhos e não vendo a preço algum"
*--------*
Me identifiquei muitooooooo

gosteeeeeei demaissss

Izabela disse...

E que guardemos bem os nossos sonhos!

Um beijo, querido!