quarta-feira, 29 de julho de 2009

Fingimento Embriagado

Sonhei que em um jardim quadrado fui questionado:

Aos gritos... milhares de vozes...:

"Esse num é você, você está fingindo."

E parei pra refletir por minutos em quem eu sou realmente.

Vai que eu sou diferente e o meu mais constante é que é o fingido.

Vai que só sei fingir, num sei deixar-me levar sem previamente calcular, rs

Vai pra longe pensamento neurótico.. rs

Fingir é tão relativo, porque em tantas vezes somos tanto que não cabe em uma personalidade só, rs

O que importa e o que diz quem realmente você é:

é o sabor final desse monte de bebida alcoólica misturada, rs

12 comentários:

Priscila Rôde disse...

Ao meu ver, nunca saberemos quem somos. Vivemos querendo ser aquilo que achamos quem somos. Ahhhhhh.. é muito complicado isso.. hahahaha

Como você sempre diz: Bons dias!

=)

Pequena Poetiza disse...

eu não sei dizer o que eu sou
uma definição apena não me basta
o tempo todo parece que as definiçõe sme completam ou se afastam de mim
vivo a cada dia gostando ou desgostando de coisas

talvez a própria definição que dê de mim hoje
amanhã vira farsa
e nem por isso é menos verdadeira.


estava dando um tempo no escritos... viajei... mas acho que agora voltei... vamos ver o que em causa =]

beijos

ŁǺи¥ disse...

Esse negócio de daber quem somos... hummmm... complicado viu... rs
Vai saber...

"porque em tantas vezes somos tanto que não cabe em uma personalidade só..." rs

Abraço

Lili disse...

Lucas,
É a liberdade que demonstra realmente quem somos.
Beijos

Cris* disse...

o poeta é um fingidor
finge tão completamente
que chega a fingir que é dor
a dor que deveras sente.

sera que finges ou so pensa que finge, ou sera que se fingirmos algo por mto bem, aquilo acaba se tornando real? hahaha olha a salada que eu fiz!
acho que alguns pequenos fingimentos sao ate necessarios. e acho que qdo o fingimento agride apenas a nos mesmo, tudo ok. o que nao podemos eh fingir para muitos por mto tempo, acho feio. (eh que acabei de ser vitima de um grande fingidor...)

desculpe a falta de acentos.
bj

Cris* disse...

adicionado :)

Rosana Leadebal disse...

Pois é, quem se define se limita...
somos tantas coisas ao mesmo tempo..adorei seus textos!

Paty disse...

Acho que nunca saberemos quem a gente realmente é.
As vezes, a gente acha, ou deixa de achar, pensa que gosta, ou deixa de gostar...enfim...
Obrigada pelo "seu momento" em meu blog!!!!

SILVANA PEDRINI disse...

Obrigada pela visita ao blog "Palavras ao Vento".
Vou te linkar para acompanhar as novidades.
abraços

Rafaela Cotta disse...

nossa, agora até eu estou pensando quem sou! rs
que loucura isso hein!

volte sempre lá querido,
beijos.

Natália Janine Carneiro disse...

"Vai que eu sou diferente e o meu mais constante é que é o fingido."

Fingir faz parte do cotidiano de qualquer pessoa, sendo ela normal ou não. O que não se pode deixar acontecer é viver de uma farsa. :T
xêro moço

Michele Hubner disse...

Uma vez meu prof. de filosofia me fez uma pergunta: "E se tudo isso não existir, essas paredes, esse chão? E se tudo for uma ilusão, uma imagem que você construiu na sua mente?"

E se eu ficar pensando na resposta; vivo constantemente embriagado. rs