A alma devia comandar as possibilidades carnais
Devia ultrapassar o físico e suas "neuras intelectuais"
Desvendar o que esta à frente , aos lados e, porque não, Atrás
Ajudar esse corpo-torto-morto a entender um pouco mais.
Devia não se apequenar diante de gigante algum
Devia mudar só por vontade própria e só pra cima
Ela devia ser como um balão que se enchesse infinitamente
Devia se expandir sem fim, voar sem direção, fluir sem precisão...
Devia conseguir se recompor sozinha, quando lhe mutilassem pelo caminho.
Devia suprir os espaços vazios com o que nos transborda em outras partes
Ela devia tantas coisas, mas não me ressarcia e eu sempre soube o porque...
Porque eu em contra-ponto a devo muito, mas muuuito mais...
13 comentários:
Bom...primeiro digo que gostaria muito de saber "de onde vem a calma", já que nunca consegui cruzar com ela em meio aos caminhos da vida...
No mais, digo que adorei esse e os outros textos que li por aqui. Muito muito bom! ;)
Abraço e bom fds!
Tão gostoso de se ler e ao mesmo tempo nos faz refletir, dificil de achar pessoas iguais a você que tenham esse mesmo dom. beijos
Quando acho que você chegou no máximo, você supera.
Me fez refletir esse texto, como todos os seus.
Muito, muito bom Lucas!
não sei se em parte ela não faz um pouco disso tudo.
mas ás vezes o pouco não nos é o bastante
ainda mais diante de nossas dívidas.
beijos
E de onde vem a calma?
Teu texto, tocando lá no fundo. :)
Deveria, mesmo, Lucas...mas não faz.
Beijo,
ℓυηα
A alma poderia ser, realmente, tantas coisas mais moldáveis e, no entanto, mesmo ela não sendo, continua sendo mais do que podemos exigir.
A alma deve
e a gente é quem paga.
Que inspiração, coragem... lindo o texto, incomoda!
Muito obrigada pela visita, pelo comentário. Prazer ;) (cara de feliz)
Volte, e se possível, aceite o mimo que te espera no Ensaios...
Beijo grande e bom domingo!
dessas dívidas, acumulo várias
Me fez refletir..
Beijo
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