segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Coisas Velhas - Calmocidade

As estações vão passando e eu na janela da locomotiva.

Vou ficando cada vez mais Louco...Motivos? Mutações.

Sinto chegar a obrigação de ser adulto... adúltero.

Sinto o desejo de permanecer moleque... maluco.

Sinto que me anunciam: Próxima estação: MATURIDADE

Sinto... mas continuo no trem e as portas se fecham com velocidade

Portas que representam minhas escolhas, meus tabus e minhas vontades

As oportunidades vão se esvaindo e as chamadas se repetindo...

e inocente (na medida do possível), sigo adaptando valores e desafiando minhas verdades.

- Favor desembarcar, Estação Terminal da linha X: Calmocidade

11 comentários:

***MissUniversoPróprio*** disse...

É, essa tal maturidade tira o sono de todos nós. Boa semana pra ti tb! ;)

(marta selva) disse...

o incrivel é pensar como as coisas passam rapido qnd a gnt ta a bordo desse trem.
se tem algo mais importante do q admirar as paisagens, eh entender exatamente as razoes das Paradas...

;*

Kristina Mendonça disse...

O trem não pára quando queremos, mas quando nos permite descer. Quando as "portas" das oportunidades passam sem a gente querer deixar, é quando nos damos conta que somos mais do que inertes à ele do que queríamos ou precisávamos. Bom tarde pra ti também ;}

Marina Sena. disse...

há escolha.
a locomotiva nunca pára.
nunca.

Daniela Filipini disse...

Eu acho incrivel como eu sempre fico sem o que falar aqui =)

Dica disse...

Surge numa velocidade que assusta.
Um dia menino tímido no outro adulto que sabe o que faz.

Somos adultos imaturos.

Flávia Diniz. disse...

Adorei
Sempre escrevendo muito bem ;)


Beijos.

Natália disse...

As estações passam a todo momento, basta que entremos em seu ritmo, uma coisa não muito fácil. beijos

clariinha.santana disse...

É assustador saber que essas 'paradas' não se tem de certo um fim, e que caminhos diferentes à nossa escolha em cada uma delas.
O texto está maravilhoso, beijo!

Srtª Elis° disse...

muito bom seu blog.....xerooo garotoo!

Natália Corrêa disse...

É uma pena saber que não podemos simplesmente parar no tempo - saltar do trem.